Em 2026, o Sesc celebra 80 anos e o Festival Sesc de Inverno escolhe afluir.
Com sua terceira edição no Farol de São Thomé, o Festival Sesc de Inverno que será realizado nos dias 17 e 18 de julho, sexta e sábado, na praia campista, trará o grupo de pagode Clareou para um super show no sábado 18, a partir das 20h.
Criado no Rio de Janeiro em 2010, o grupo Clareou se consolidou como um dos principais nomes do pagode brasileiro, completando 16 anos de história em 2026. Conhecido por hits como “Marra de Durão” e “Posso te Chamar de Mô”, o grupo mistura raízes do samba de roda com letras românticas e batuque animado.
Ano passado, o grupo gravou o projeto “Clareou 15 anos” no Jacarepaguá Tênis Clube, com um repertório repleto de grandes sucessos. O grupo segue firme levando o pagode brasileiro para novos públicos e reafirmando seu lugar entre os principais nomes do gênero no país.
O público pode aguardar para ouvir a interpretação de canções como “Coragem”, “Ela me disse”, “O X da Questão” entre outros hits.
Festival Sesc de Inverno 2026
Em 2026, ano em que o Sesc celebra 80 anos de atuação, o Festival Sesc de Inverno chega à sua 24ª edição com um convite: afluir. Mais do que tema, o conceito orienta a experiência do público e a curadoria do evento.
Serão mais de 500 horas de atividades, com atrações gratuitas ou a preços populares, em 27 cidades do estado do RJ, reunindo música, teatro, dança, literatura, cinema, circo e artes visuais.
Reforçando a diversidade de estilos que marca o festival e ampliando o acesso do público à cultura em diferentes regiões do estado.
As expressões artísticas presentes no festival correm como rios ampliando repertórios culturais. Ao atravessarem diferentes territórios, essas manifestações alimentam patrimônios materiais e imateriais, reconhecendo a diversidade de modos de existir e conhecer como parte fundamental da experiência cultural.
Consolidado como um dos principais eventos culturais do estado, o Festival Sesc de Inverno reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a valorização da produção contemporânea brasileira. Em 2025, o evento foi realizado em 25 cidades, recebeu mais de 400 mil pessoas e arrecadou 21 toneladas de alimentos não perecíveis, destinados a instituições socioassistenciais por meio do programa Mesa Brasil.
Em 2026, ao propor o “afluir” como eixo, o festival reforça a cultura como fluxo contínuo, um espaço onde diferenças se encontram, se transformam e ampliam horizontes.
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