Roupa Nova, Ludmilla, Mumuzinho, Fernanda Abreu, Clareou, Leoni, Negra Li e Joanna estão entre os artistas que se apresentam nesta edição
A 24ª edição do Festival Sesc de Inverno será realizada entre os dias 17 de julho e 2 de agosto, levando uma programação multicultural a 27 localidades do estado do Rio de Janeiro. Serão mais de 500 horas de atividades, com atrações gratuitas ou a preços populares, reunindo música, teatro, dança, literatura, cinema, circo e artes visuais.
Entre os nomes já confirmados para a programação musical estão Clareou (18/07, às 20h, em Farol - Campos dos Goytacazes), Fernanda Abreu (26/07, às 20h, em Miguel Pereira/ 02/08, às 20h, em Porciúncula), Joanna (23/07, às 19h, em Valença / 24/07, às 19h, em Petrópolis / 30/07, às 20h em Nova Friburgo), Ludmilla (02/08, em Itaipava), Mumuzinho (1º/08, às 21h, em Porto Real / 02/08, às 22h, em Itaipava), Leoni (26/07, às 20h, em Raposo/ 31/07, às 20h, em Visconde de Mauá), Negra Li (30/07, às 20h, em Teresópolis), Pagode do Adame, (18/07, às 21h, em Tanguá), Roupa Nova (17/07, às 21h, em Petrópolis) e Vou pro Sereno (24/07, às 20h, em Grussaí / 01/08, às 21h, em Cardoso Moreira), reforçando a diversidade de estilos que marca o festival e ampliando o acesso do público à cultura em diferentes regiões do estado.
Em 2026, ano em que o Sesc celebra 80 anos de atuação, o Festival Sesc de Inverno chega à sua 24ª edição com um convite: afluir. Mais do que tema, o conceito orienta a experiência do público e a curadoria do evento. Afluir, aqui, é movimento. É travessia, contorno, infiltração e transbordamento. Um gesto de abertura para a escuta, o encontro e a transformação. Inspirado na ideia de fluxo, o festival se constrói como um campo de confluências entre saberes, linguagens, territórios e experiências. Não apenas aqueles reconhecidos institucionalmente, mas também os que emergem do cotidiano, das práticas vivas, das memórias e dos corpos.
O festival reúne atrações de música, teatro, dança, literatura, cinema, circo e artes visuais, que se distribuem por 27 localidades do estado: Barra São João, Búzios, Cabo Frio, Campos, Cardoso Moreira, Casimiro de Abreu, Conservatória, Petrópolis, Grussaí, Itaipava, Magé, Miguel Pereira, Nova Friburgo, Penedo, Porciúncula, Porto Real, Raposo, Rio das Flores, Rio das Ostras, Sana, Silva Jardim, Tanguá, Teresópolis, Três Rios, Varre-Sai, Vassouras, Visconde de Mauá.
As expressões artísticas presentes no festival correm como rios ampliando repertórios culturais. Ao atravessarem diferentes territórios, essas manifestações alimentam patrimônios materiais e imateriais, reconhecendo a diversidade de modos de existir e conhecer como parte fundamental da experiência cultural.
Nesse território simbólico, o processo criativo também é correnteza. Artistas de diferentes gerações e linguagens cruzam referências, tensionam formas, expandem sentidos. O público, por sua vez, é convidado a ocupar um lugar ativo: não apenas assiste, mas navega, interpreta e ressignifica as experiências propostas.
Consolidado como um dos principais eventos culturais do estado, o Festival Sesc de Inverno reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a valorização da produção contemporânea brasileira. Em 2025, o evento foi realizado em 25 cidades, recebeu mais de 400 mil pessoas e arrecadou 21 toneladas de alimentos não perecíveis, destinados a instituições socioassistenciais por meio do programa Mesa Brasil.
Em 2026, ao propor o “afluir” como eixo, o festival reforça a cultura como fluxo contínuo, um espaço onde diferenças se encontram, se transformam e ampliam horizontes.
Ascom

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