Projeto Raízes: Identidade e Cultura Negra busca unir educação, arte e transformação social Em um país marcado pela diversidade cultural, iniciativas que valorizam as raízes afro-brasileiras são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e consciente. É nesse contexto que o projeto “Raízes: Identidade e Cultura Negra” chegou a Campos dos Goytacazes (RJ), no dia 18/05 e ficará até 03/08, levando formação cultural e artística a professores, crianças e comunidade.
Voltada a professores, crianças e à comunidade, a programação contempla uma série de atividades formativas que valorizam a cultura afro-brasileira e incentivam reflexões sobre identidade, diversidade e inclusão. Cada turma de formação em artes cênicas atenderá cerca de 30 crianças, de 6 a 12 anos, para que, por meio do teatro, seja desenvolvida a criatividade, a autoestima, a expressão e o senso de pertencimento. Já as oficinas de literatura afro-brasileira contemplarão até 20 professores por grupo, ampliando o impacto educacional e cultural nas instituições participantes.
Como parte das ações, cada turma de crianças receberá a doação de acervos culturais, incluindo 20 livros de literatura infantil afro-brasileira e 30 instrumentos musicais de matriz africana, ampliando o acesso à cultura e fortalecendo o vínculo com as tradições afro-brasileiras.
Com base na Lei nº 10.639, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas, o projeto busca contribuir para a redução do racismo e da violência por meio do conhecimento e da arte. As atividades incentivam a valorização das contribuições dos povos africanos e afro-brasileiros, além de promover o sentimento de pertencimento e autoestima entre os participantes.
Ao final do processo formativo, serão realizadas apresentações teatrais abertas ao público, com duração de 30 minutos e público estimado de 200 pessoas por sessão. Os espetáculos serão criados a partir de obras da literatura negra e referências culturais como o maracatu, reunindo música, dança e elementos da cultura africana.
“A Ferroport reafirma seu compromisso com a diversidade, a inclusão e o desenvolvimento sustentável ao apoiar o projeto ‘Raízes: Identidade e Cultura Negra’, iniciativa que promove formação cultural e combate ao racismo por meio da educação e da arte. Alinhada à sua visão de ser referência mundial em operação portuária segura, eficiente, tecnológica e sustentável, a empresa investe em ações afirmativas e no fortalecimento das comunidades, valorizando a cultura afro-brasileira e incentivando o senso de pertencimento. Com base em nossa essência — fazer o que é certo, cuidar das pessoas e acreditar que juntos vamos mais longe —, a Ferroport contribui para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e consciente”, destaca Edenilson Sanches, Gerente de Sustentabilidade.
Realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto “Raízes: Identidade e Cultura Negra” tem produção da Faço Arth Produções, apoio da Komedi Projetos, com patrocínio da Ferroport e é realizado pelo Ministério da Cultura e Governo do Brasil - Do lado do povo brasileiro.
Sobre a Ferroport: A Ferroport é responsável pela operação do terminal de minério de ferro do Porto do Açu, em São João da Barra, no Norte do Estado do Rio de Janeiro. A companhia se dedica à operação portuária de armazenamento e embarque do minério e ao atendimento da mineradora Anglo American, que extrai o produto em uma mina em Conceição de Mato Dentro (MG). Ele é transportado por mineroduto de 529 km, pertencente à Anglo, percorrendo 33 municípios até o Porto do Açu, onde no terminal passa por filtragem, é estocado e exportado via navio para diversos países.
A operação da Ferroport, cujo primeiro embarque ocorreu em outubro de 2014, trabalha 24 horas por dia, 365 dias por ano, com capacidade nominal de embarque de 10 mil toneladas por hora.
Sobre o Ministério: A principal ferramenta de fomento à Cultura do Brasil, a Lei de Incentivo à Cultura contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam, todos os anos, em todas as regiões do país. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos – exposições, shows, livros, museus, galerias e várias outras formas de expressão cultural – e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda.
A Lei também contribui para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura, já que os projetos patrocinados são obrigados a oferecer uma contrapartida social, ou seja, eles têm que distribuir parte dos ingressos gratuitamente e promover ações de formação e capacitação junto às comunidades. Criado em 1991 pela Lei 8.313, o mecanismo do incentivo à cultura é um dos pilares do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que também conta com o Fundo Nacional de Cultura (FNC) e os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts). Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura.
“Raízes: Identidade e Cultura Negra” em Campo dos Goytacazes (RJ)
Local:
EM João Goulart :
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Ascom

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