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segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Operação Pérola Negra - Airsoft é com a equipe F.O.C.A do Farol

Transmissão e cobertura da Operação Pérola Negra marcou o lançamento do site Maratonando no domingo 23
Operação Pérola Negra - Equipe F.O.C.A de Campos dos Goytacazes | Fotos: Fabiana Henriques
Sucesso no Norte Fluminense  a equipe F.O.C.A (Força Operacional de Combate Airsoft) de Campos dos Goytacazes - RJ, vem aumentando a cada dia o número de integrantes à medida que o esporte se populariza na Região.

Mateus Manhães, diretor e operador da equipe F.O.C.A, conta como entrou no esporte e na equipe que realizou sua primeira operação no dia 01 de outubro de 2018. "Por insistência de caio, que é um amigo meu de infância, comecei a jogar airsoft. No começo ia por ir, mas hoje, eu vou porque gosto. No airsoft conquistei muitas amizades, é um esporte de honra e a gente viaja muito", disse Mateus, que nos contou ainda, que o lugar mais distante para onde viajou com a equipe foi para o estado de Goiás, para a realização da operação Cascavel, a maior do Brasil.
Diretor 04 - Mateus Manhães | Foto: Fabiana Henriques
No airsoft, cada operação tem um nome colocado pela equipe. Neste domingo, 23 de agosto, a operação com a temática de pirata, levou o nome de Pérola Negra e foi transmitida pela página do facebook e do site Maratonando, de propriedade da jornalista Fabiana Henriques.

A equipe F.O.C.A é composta, até a publicação desta matéria, por 42 pessoas e, tem em sua diretoria: Caio Almeida, Sandro, Antônio Lopes e Mateus Manhães, que explica, que cada diretor tem a sua numeração pela ordem que entra na equipe, "se a pessoa for aquela pessoa que ajuda e apoia, ela pode subir de patente, por exemplo, e integrar a diretoria da equipe" que é da praia do Farol de São Thomé, em Campos-RJ. Além da equipe F.O.C.A, Campos conta ainda com outras equipes de airsoft na cidade.

A origem

O jogo foi criado no Japão nos anos 1970. Apaixonados por armas, mas impedidos de portá-las devido à rígida legislação armamentista no país, os japoneses criaram a modalidade para se divertir. O esporte chegou ao Brasil no início da década de 2000.

Honra. Esse é o principal pilar do esporte que simula situações de combate. Por conta do realismo dos ambientes, armamentos, trajes e táticas militares, é como se os operadores - como são chamados os jogadores - estivessem em um videogame da vida real.
Sargento Josimar Tavares com a equipe F.O.C.A
Sargento Josimar Tavares, do 5º Grupamento de Bombeiro Militar, de Campos, é um assíduo praticante da modalidade. "O airsoft foi apresentado a mim, pelo Caio, que conheci na época no projeto botinho, do corpo de bombeiros. Conheço ele a bastante tempo e hoje agregou, na praia do Farol, várias outras crianças que participaram do projeto, aqui no airsoft e, a gente vem brincando há mais de quatro meses no Sítio Recanto dos Coqueiros. Já viajamos também para outros estados", comentou Josimar, que conta ainda, que prefere o airsoft à futebol. "Entre o esporte airsoft e o futebol, prefiro brincar de airsoft, o futebol é um esporte de contato, já o airsoft não, ele é mais tranquilo você tem proteção, tela de proteção, capacete, todo equipamento próprio para brincar sem problema nenhum. É a melhor atividade física hoje que a gente tem", completou o Sargento.

Como fazer parte

Quem quiser praticar o airsoft e fazer parte da equipe F.O.C.A, deve fazer um teste onde será um candidato a recruta. Após, entrando na equipe, ganhará uma patente de recruta.

Todas as informações e diretrizes, podem ser conferidas nas páginas da equipe no instagram @focairsoft e Farol Airsoft Club "Lá tem todas as diretrizes de como a gente pode direcionar, tanto para o aluguel, porque temos o lado  comercial para a galera que quer só brincar e também para a galera que quer participar mais sério, só entrar no instagram", frisa Caio, um dos diretores.

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