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quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Para evitar demissão em massa comerciantes do Farol pedem reunião com o prefeito

            

Foto: Divulgação


Na noite desta quarta-feira 20, a associação de comerciantes e hoteleiros do Farol de São Thomé - ASHCOM, se reuniu com seus associados e outros comerciantes da praia campista para conversar sobre o futuro de suas empresas. O motivo é por conta do Decreto Municipal nº 026/2021 que dispõe sobre a mudança de fase semanal e determina o fechamento temporário do comércio da cidade de Campos. 

Por conta desse decreto que prejudica os comércios, principalmente, na alta temporada, período em que os comerciantes da praia campista dependem do verão para ganhar seu dinheiro para sobreviver no inverno, empresários estão pleiteando uma audiência com o prefeito e seus secretários, para tentar uma solução que não sacrifique a economia local. 


Os empresários chegaram a triste conclusão que se o lockdown se estender por mais de uma semana, as demissões vão acontecer em massa. Todo o comércio da praia depende do verão, sendo a época mais rentável para as empresas. Tal situação caótica é um problema que aflige não só o comércio da praia campista, mas, de todo o município de Campos. 

Na cidade de Campos, por dois dias seguidos, grupo de empresários fizeram manifestação contra o fechamento do comércio. Um grupo de comerciantes fechou a BR-101, na tarde desta quarta-feira (20), contra o lockdown parcial decretado pela Prefeitura de Campos. Este foi o segundo dia consecutivo de manifestação dos empresários que pedem a reabertura das lojas. Na terça (19), eles ocuparam a frente do Centro Administrativo José Alves de Azevedo (sede da prefeitura) pela manhã e durante a tarde bloquearam o fluxo de veículos da rodovia federal.


Na praia do Farol de São Thomé, de acordo com a Ashcom, o que os comerciantes querem é uma reunião com o prefeito Wladimir Garotinho, antes que o caos se instale na economia da praia campista, que para sobreviver dez meses do ano, precisa do retorno financeiro que só o verão pode proporcionar.


O subsecretário de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde, Charbell Kury explica que as medidas foram tomadas para preservar vidas e para não chegar ao ponto do colapso na rede de saúde.


“Se não pararmos agora o sistema de saúde vai entrar em colapso. As vagas em leitos que estavam ocorrendo não era porque as pessoas estavam recebendo alta para ir para casa, mas sim porque estavam morrendo, a chamada alta por morte. Isso é muito grave e não queremos isso. O fechamento é temporário, mas necessário para reduzirmos a transmissão viral e essa pressão no sistema de saúde público e privado”, disse.

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