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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Greve dos Vigilantes fecha agências bancárias no Centro de Campos e na Pelinca

Foto: Carlos Grevi - JTV
Os vigilantes entraram em greve em todo o Estado do Rio de Janeiro, a partir desta segunda-feira (20). Em Campos, o serviço prestado nas agências bancárias foi afetado por essa medida. Isso porque não é permitido o funcionamento pleno dessas unidades sem que haja o efetivo completo de vigilantes que garantem a segurança de funcionários e clientes. 

Entre as agências que interromperam o atendimento ao público nesta segunda estão: a Caixa Econômica Federal do Boulevard Francisco de Paula Carneiro (calçadão); o Banco do Brasil da Avenida 13 de Maio e da Praça 4 Jornadas; o Itaú do calçadão; e o Bradesco do Centro e da Pelinca.

Ainda assim, o presidente do Sindicato dos Bancários de Campos, Rafanelli Alves, garantiu que a maioria dos bancos da cidade mantém o funcionamento normalizado. Contudo, o presidente do Sindicato dos Vigilantes, Luiz Rocha, afirma que, ao longo da semana, outras agências podem ser fechadas.

Apesar da interrupção do atendimento ao público nas agências citadas acima, os bancários continuam atuando, mas com as portas fechadas. Em todas as agências, pelo menos 30% do efetivo dos vigilantes também se mantiveram nos seus postos.

A greve da categoria foi anunciada na última semana, após assembleias sindicais. Os profissionais vigilantes cobram do Sindicato Patronal a manutenção do serviço de saúde que ameaça ser interrompido devido a um projeto que o substitui por uma cesta básica no valor de R$ 35. Eles também pedem o reajuste salarial com base no índice de inflação.

Diante do anúncio da greve, o Sindicato Patronal obteve na Justiça uma liminar que cobra dos Sindicatos de Vigilantes o exercício do efetivo mínimo de 70% e, no caso de agências bancárias, a atuação de, no mínimo, dois profissionais. No entanto, o presidente do Sindicato de Campos disse que a categoria não foi oficialmente notificada, por isso mantiveram a interrupção de 70% dos profissionais e manutenção de 30%, conforme a Lei do Direito de Greve.



Fonte: Jornal Terceira Via

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