Flamengo goleia o Vasco e encosta no Santos na liderança do Brasileiro - CMN - Campos Magazine News

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sábado, 17 de agosto de 2019

Flamengo goleia o Vasco e encosta no Santos na liderança do Brasileiro


Flamengo goleia o Vasco e Web tira sarro - Reprodução
O Flamengo, superior em boa parte do clássico, goleou o Vasco por 4 a 1, na noite deste sábado, no Mané Garrincha, em Brasília, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Gabigol (duas vezes), Bruno Henrique e Arrascaeta fizeram os gols da equipe rubro-negra, enquanto Leandro Castan marcou para o Cruz-Maltino. Diego Alves, que pegou dois pênaltis, foi outro que brilhou no duelo no Distrito Federal

— Segunda vez na minha carreira que acontece isso. Tento encarar com naturalidade. Fico feliz. É um jogo que temos que usar como exemplo— festejou o goleiro rubro-negro.

 Imagem de chamada

Além de aumentar a invencibilidade no clássico para 13 jogos (a maior na história sobre o rival), os três pontos dão ainda mais confiança aos comandados de Jorge Jesus para o jogo mais importante do ano. Na quarta-feira, no Maracanã, o Rubro-Negro recebe o invicto Internacional, na partida de ida das quartas de final da Libertadores.

Já o Vasco, que vinha de empate sem gols com o CSA e vitória por 1 a 0 sobre o Goiás, e ainda não tinha sofrido mais que dois gols nas dez primeiras partidas sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, tem uma semana para se recuperar. Domingo, o elenco recebe o São Paulo, em São Januário.

Bruno Henrique, convocado para a seleção brasileira na sexta-feira, carimbou o travessão vascaíno logo aos 4 minutos, de cabeça, após escanteio cobrado da esquerda por Arrascaeta.

Convocado para a seleção sub-17, Talles Magno precisou de apenas 11 minutos, quando fez um ótimo lançamento para Marquinho na área, para provar que o Vasco fez certo ao conseguir liberá-lo, via efeito suspensivo. Oito minutos depois, Filipe Luis rebateu para a entrada da área, e o camisa 43 vascaíno pegou de primeira, mas mandou por cima.

No time de Luxemburgo, Raul e Pikachu mostraram bom entrosamento e por pouco não estufaram as redes na etapa inicial. O primeiro invadiu a área e obrigou Diego Alves a ótima defesa em dois tempos. No minuto seguinte, o meia chutou cruzado e a bola explodiu no travessão.
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo/Divulgação
Um clássico de tamanha rivalidade não permite erros. Muito menos na área. Aos 36, Marquinho errou na saída de bola na área, Arão tocou para Gerson, a bola sobrou para Gabigol e, por último, Arrascaeta, que chutou, e Cáceres salvou.

Aos 41, a equipe da Colina voltou a falhar, desta vez na marcação, e Bruno Henrique não vacilou. O atacante tabelou com Arrascaeta na entrada da área e, marcado a distância, bateu colocado. Fernando Miguel só observou a bola estufar as redes.

O time de Jorge Jesus seguiu com o pé no acelerador no segundo tempo, que foi eletrizante. E ampliou aos cinco. Bruno Henrique tabelou com Cuéllar, dividiu com a zaga e fez o segundo gol. Algum tempo depois, cerca de 1h20 após a partida, o árbitro Leandro Vuaden considerou gol de Gabigol.

Com o auxílio do VAR, a equipe de Luxemburgo teve um pênalti (Tiago Reis cruzou, a bola bateu na mão de Thuler). Pikachu bateu, e Diego Alves defendeu, voando no canto esquerdo. Na cobrança do escanteio, Castan, de cabeça, diminuiu o placar.

Entretanto, o Vasco nem teve tempo de sonhar em empatar. Três minutos depois, Gerson cruzou, Bruno Henrique cabeceou, Fernando Miguel deu rebote, que Gabigol não desperdiçou.

Desde a chegada de Luxemburgo, a bola parada é um dos fortes da equipe. Aos 31, após novo escanteio, Castan cabeceou e Diego Alves voltou a aparecer bem.

Novamente com auxílio do VAR, o Vasco teve outro pênalti. Desta vez, por falta de Arrascaeta sobre Castan. O time mudou o batedor, Bruno César, mas Diego Alves pegou novamente.

A competência que faltou aos cobradores de pênalti vascaínos sobrou a Arrascaeta. Henríquez agarrou Bruno Henrique na área. O meia uruguaio deslocou Fernando Miguel para fazer o quarto gol.

Foi a senha para a torcida rubro-negra, em êxtase com a atuação de gala, gritar ‘olé’ no Mané Garrincha.




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