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domingo, 17 de março de 2019

Vasco perde para Cabofriense por 2 a 0 e tem invencibilidade interrompida

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Se foi assunto pelo meme que correu o mundo no sábado, o Vasco decepcionou no domingo. Perdeu gols na mesma proporção em que seu nome foi exaltado nas redes sociais.

Embora superior nos 90 minutos, o Vasco perdeu por 2 a 0 para a Cabofriense, pela Taça Rio, sua primeira derrota na temporada. O resultado pôs mais fogo na relação nada amistosa da torcida com a equipe e o técnico Alberto Valentim, vaiados em Cariacica (ES). Com cinco pontos, o Vasco é apenas o terceiro colocado no grupo B, mas tem vaga garantida na final do Estadual por ter conquistado a Taça Guanabara. Na quarta-feira, o adversário é o Resende.

Sem Cáceres, Werley, Castan, Danilo Barcelos e Lucas Mineiro, que não atuaram por desgaste físico, além do suspenso Maxi López, o Vasco não demonstrou o mesmo conjunto das partidas anteriores. Mesmo assim, a equipe criou uma série de chances na pequena área, mas a dupla de ataque formada por Ribamar e Marrony desperdiçou várias oportunidades. Foram duas bolas na trave (Marrony e Winck). E um gol de Ribamar anulado por impedimento. Sem nada com isso, a Cabofriense se postou bem na defesa, e na única chance de perigo, fruto de falha coletiva da defesa vascaína, saiu em vantagem no primeiro tempo, gol de Rincon.

Galhardo foi acionado por Alberto Valentim, e provocou as principais jogadas de perigo no segundo tempo. No entanto, o Vasco seguiu perdendo gols. Rossi parou no goleiro George, e Marrony, artilheiro do time na temporada, errou o alvo sem marcação dentro da área, mais uma vez. Com Pikachu em campo, o Vasco se abriu de vez em busca do empate, e a Cabofriense se fechou completamente. Os dois titulares se somaram a Bruno César na criação e no domínio das ações.

Mas não era o dia do Vasco. Após escanteio, a Cabofriense ampliou com Bruno Lima. Assim como no primeiro gol, o goleiro Fernando Miguel não saiu na bola, e permitiu, assim como os zagueiros, que o jogador escorasse o cruzamento. O time de Valdir Bigode, que teve o nome gritado pela torcida do Vasco, ainda poderia ter ampliado. Liga-se o sinal amarelo em São Januário. Em dia que poupou jogadores, o Vasco deu sinais claros de que o cobertor curto de um elenco limitado cobraria seu preço.

Extra

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