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sábado, 9 de março de 2019

Atletas do Paraesporte mais uma vez vão abrir desfile das campeãs na Sapucaí

Eles vão se juntar aos integrantes da Escola Embaixadores da Alegria — a primeira agremiação de samba do mundo formada por pessoas com deficiência.
Reprodução Supcom
Cerca de 30 atletas e 10 acompanhantes do Projeto Paraesporte, da Fundação Municipal de Esportes (FME), vão participar neste sábado (9), na Marquês de Sapucaí, da abertura do desfile das escolas campeãs do Carnaval 2019. Eles vão se juntar aos integrantes da Escola Embaixadores da Alegria — a primeira agremiação de samba do mundo formada por pessoas com deficiência. Este será o segundo ano consecutivo que os atletas de Campos vão participar da festa. 

A Escola Embaixadores da Alegria tem 1,4 mil componentes e foi criada pelo britânico Paulo Davies, durante o desfile da Viradouro, em 2006 e desde então desfila no sábado das Campeãs. O nome foi escolhido em enquete realizada na internet. 

O coordenador do projeto Paraesporte, Fábio Coboski, frisa que é extremamente importante para os atletas participarem desse processo de inclusão. “No ano passado, nós fomos e foi muito construtivo para todos, só veio a somar com a autonomia que eles estão adquirindo. Enquanto um grupo participa no Rio de Janeiro do desfile das campeãs, outro grupo de 12 atletas vai para os Emirados Árabes, para os Jogos Mundiais das Olimpíadas Especiais.

Entre os atletas que estarão na Sapucaí: Ludmila de Fátima Silva, Camila Fernandes Vereza, Márcia Regina da Silva Erbas, Jamilton Barreto Rodrigues, Karine Santos Pereira, Andreia Araújo Marcolino, Tatiane Santos Coelho, Jocimario Rosa Gomes Junior, - Viny Souza, Miguel Moreno Marcelo Gonçalves, Raphael dos Santos Penafiel. “Eu amo dançar e poder ir assistir ao desfile e poder participar será uma grande emoção”, comentou Márcia Regina.

Escola Embaixadores da Alegria — É uma organização social que reúne o sonho da Avenida com a realidade destes sambistas especiais, visando quebrar todas as barreiras de acessibilidade e preconceitos de quem ainda os vê como incapacitados. A Embaixadores da Alegria utiliza a arte e a cultura do carnaval como instrumento de inclusão social e emocional. É preciso dar às pessoas com deficiência mecanismos para que elas mesmas possam expressar seus direitos e suas capacidades. 

Supcom

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