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domingo, 24 de maio de 2020

Espaço Cultural do Surfe em Cabo Frio, RJ, está disponível para visitas virtuais

Visitantes podem fazer um tour de 360 graus no espaço. São 30 cenários, com 780 fotos capturadas a cada cinco metros, que mostra todo o acervo composto por pranchas, skates, quadros, troféus, medalhas, camisas autografadas e acessórios em geral.
Foto: Reprodução/Prefeitura de Cabo Frio
Devido à pandemia do novo coronavírus, muitos museus e espaços culturais fecharam o funcionamento presencial à população e disponibilizaram o seu acervo pela internet. O Espaço Cultural do Surfe em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, seguiu o mesmo caminho e agora está disponível para ser visitado virtualmente pela plataforma digital do Google em 3D.

As imagens podem ser acessadas pelo Google Maps e no Street View pelo link. Dessa forma, o internauta tem a possibilidade de visitar o espaço em um tour 360 graus. São 30 cenários, com 780 fotos capturadas a cada cinco metros, que mostra todo o acervo composto por pranchas, skates, quadros, troféus, medalhas, camisas autografadas e acessórios em geral. O trabalho foi feito pelo fotógrafo do Google Leandro Knobloch.

Sobre o local

O Espaço Cultural do Surfe foi fundado há cerca de 12 anos, e teve a reinauguração em março de 2017. O local abriga cerca de 2.500 peças entre itens decorativos, pranchas de surf, bodyboard e longboard, skates, pôsteres, quadros e miniaturas entre outros objetos.

Somente pranchas de surfe são cerca de 370 em exposição, mas o acervo montado por Telmo Moraes, fundador do espaço, é bem maior: são mais de 900 peças que incluem a primeira prancha feita para a Mavericks, uma prancha Hobie Gary Propper (a primeira adquirida para exposição) e ainda peças doadas e autografadas por estrelas do surf como o brasileiro Gabriel Medina, campeão mundial da ASP World Tour de 2014, de pratas da casa como Victor Ribas e Gugu e também de surfistas que são exemplos de superação como Jonas Letieri e Gabi Surf.

Por tudo isso, o espaço é considerado o maior do gênero das Américas Latina e Central e o terceiro maior “museu de surf” do mundo.







Por G1 — Região dos Lagos

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