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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Operação em presídio de Campos apreende mais de 200 celulares e R$ 27 mil em dinheiro

Ação batizada de “Asfixia” contou com a participação de 250 agentes
Material foi apreendido nas celas dos detentos (Foto: Divulgação/Seap)
Uma revista geral no Presídio Carlos Tinoco da Fonseca, em Campos dos Goytacazes, realizada desde as primeiras horas desta terça-feira (16), apreendeu 219 celulares, 25 relógios, 40 chips de celular, R$ 27.010 em espécie; 10 tabletes, 18 invólucros e 505 sacolés de maconha, 491 sacolés e 460 gramas de maconha e duas balanças de precisão. A operação apelidada de “Asfixia”, coordenada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), contou com a participação de 250 agentes.

Segundo a Seap, a ação é uma continuidade da operação Asfixia, que vem sendo realizada com regularidade na unidade prisional. Em nota, a secretaria informou, ainda, que, durante a revista, foi encontrado um plano de fuga, que será investigado por uma sindicância instaurada pela Seap.

“A Seap, desde o início da atual gestão, vem trabalhando arduamente para combater qualquer tipo de irregularidade dentro das unidades prisionais, com destaque para três operações que foram iniciadas neste ano: ‘Asfixia’, ‘Iscariotes’ e ‘Bloqueio’. É importante afirmar que todas as operações são realizadas pelo próprio corpo funcional da Seap”, afirmou o órgão em nota.

A Operação “Asfixia”, realizada pelos próprios inspetores penitenciários, já apreendeu em todo o estado, de janeiro a maio deste ano, 5.339 celulares. No mesmo período do ano passado, apenas 3.756 aparelhos foram encontrados.

Já a Operação “Bloqueio” prendeu 33 pessoas tentando entrar com drogas e celulares em cadeias. Nesta ação, a Seap informou que já foram presas pessoas tentando arremessar drogas e celulares para dentro da unidades; mulher forjando gravidez para não passar no scanner; entre outros casos.

A Operação “Iscariotes” flagrou dez inspetores penitenciários tentando entrar com objetos ilícitos nas cadeias. “Os casos estão sendo apurados pela Corregedoria e podem ter pena máxima de demissão. No mesmo período do ano passado, nenhum servidor foi flagrado tentando entrar com qualquer tipo de material ilícito nas unidades. Isso mostra o empenho da atual gestão em combater este tipo de crime, cortando na própria carne, se for preciso”, pontuou o órgão.

Outra medida destacada pela Seap para reforçar a segurança nas unidades prisionais foi o uso de alta tecnologia. Foram adquiridos três drones que estão sendo utilizados nas operações e fiscalizações. Também estão em processo de aquisição detectores de metais, portais e aparelhos de scanners, câmeras e bloqueadores de sinal de aparelhos telefônicos.



Fonte: Jornal Terceira Via

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