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sábado, 7 de novembro de 2020

Joe Biden é declarado presidente dos Estados Unidos

 

Joe Biden é o 46º presidente eleito dos Estados Unidos da América. A informação foi anunciada por conglomerado de veículos de notícias do País. Esta notícia está sendo atualizada pela imprensa americana e mundial. O democrata passou dos 270 votos votos no colégio eleitoral, segundo projeções de diversos veículos de imprensa, como Associated Press, ‘New York Times’, NBC e CNN. O presidente Donald Trump tinha saído para jogar golfe antes do resultado das urnas. Ele voltou a declarar que não reconhecerá a derrota e que recorrerá à Suprema Corte.


Mesmo antes da definição, alguns líderes de Estado já se pronunciaram sobre os resultados das eleições americanas.


O primeiro-ministro de Fiji, Frank Bainimarama, se antecipou aos resultados oficiais e já deu os parabéns a Joe Biden, pedindo que ele, como futuro presidente, traga os EUA de volto ao Acordo de Paris.


“Parabéns, Joe Biden. Juntos, temos um planeta para salvar de uma emergência climática e uma economia global para reconstruir diante da Covid-19. Agora, mais do que nunca, precisamos dos EUA à frente desses esforços multilaterais (e de volta ao Acordo de Paris – mais rápido possível!)”, postou Bainimarama no Twitter.


Países europeus preocupados com a questão climática, como a Bélgica e Alemanha, também se pronunciaram a favor de Biden.


Na quarta-feira (4), quando Donald Trump se autodeclarou campeão, o primeiro-ministro da Eslovênia, Janez Janša, deu apoio ao republicano.


Indefinição da eleição americana repercute na Europa


O Twitter voltou a marcar as postagens de Donald Trump como “conteúdo enganoso” na manhã deste sábado (7) após o presidente americano acusar mais uma vez a apuração na Pensilvânia de não ser transparente.


Mais cedo, a Associated Press desmentiu as acusações de Trump sobre observadores republicanos estarem sendo impedidos pelos democratas de acompanharem a apuração dos votos no estado.


“Isso é falso. Ele está deturpando totalmente um caso no tribunal do estado. Ninguém tentou proibir os observadores das pesquisas que representavam cada lado da eleição. Os democratas não tentaram impedir os representantes republicanos de observar o processo”, explicou uma publicação da AP.


A campanha eleitoral americana, que em um ano normal teria se encerrado na sexta-feira (6), continuará na próxima semana, aponta a Associated Press.


O atraso na produção de um veredicto sobre o ganhador pode ser atribuído, segundo a agência de notícias, à alta participação da população nestas eleições, a um grande número de cédulas enviadas pelo correio, além de margens estreitas entre Biden e Trump.


Os eleitores evangélicos brancos representaram 23% dos votos nestas eleições americanas. Cerca de 8 em cada 10 destes eleitores votam em Donald Trump, de acordo com um levantamento da agência AP, o AP VoteCast.


Já entre os latinos evangélicos, cerca de 61% votou em Trump, segundo o levantamento, muito mais do que os 35% que ele recebeu dos latinos em geral.


Protestos começam a esquentar no estado do Arizona, onde Joe Biden lidera com uma vantagem de 1,4%, em um universo de 93% votos contados. Manifestantes pró-Trump estão indo armados para as ruas. A liderança de Biden surpreende, já que o Estado é tradicionalmente republicano.


O Arizona é um Estado que permite portar armas em público. Muitas pessoas na manifestação na cidade de Maricopa estão armadas — algumas fortemente armadas, com fuzis, de acordo com a agência BBC.









Fonte: G1

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