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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

90 casos de chikungunya registrados em Campos

O ano já começou com 90 casos de chikungunya registrados no Centro de Referência de Doenças Imuno-infecciosas (CRDI), em Campos. Mesmo elevados, o número ainda é mais de 450 casos abaixo a janeiro de 2019. 

Os dados são extraoficiais, confirmados pelo diretor da unidade, o médico Luiz José de Souza e ainda não foram contabilizados pelo setor de e epidemiologia do município. A Prefeitura contabiliza dois e ressalta que mais casos estão sendo analisados. Segundo Luiz José, o aumento do número de casos é previsto durante o verão e, além da chikungunya, as autoridades de saúde se preocupam com a possibilidade da entrada do sorotipo 2 da dengue. 

Luiz José de Souza informou que os casos de chikungunya estão espalhados no município, sendo predominante entre a Baixada Campista, Farol de São Thomé, Penha e Guarus.

Começamos o ano tendo bastante casos de chikungunya espalhados pelo município. De 2019 para cá, o vírus foi diminuindo, mas não saiu e, portanto, mantivemos tendo casos. Mas neste mês de janeiro, a incidência aumentou. Só na segunda-feira (13) chegaram ao CRDI dez novos casos diagnosticados com exame positivo. Com essas chuvas, calor e o vírus estando presente, certamente irá aumentar o número de casos. A gente já esperava por isso. Nós temos 500 mil habitantes e se considerarmos que 40 mil tiveram a doença conclui-se que muita gente não teve a doença ainda. Então, ela irá continuar esse ano. Ainda existe a possibilidade da entrada do sorotipo 2 da dengue e isso nos preocupa muito — declarou ao ressaltar que no Parque Santa Clara, o CRDI tem registrado três casos confirmados de chikungunya.

Em nota, a Prefeitura de Campos informou que “segundo dados da Vigilância em Saúde, até o momento, foram contabilizados dois casos de chikungunya nos nove primeiros dias deste ano e mais casos estão sendo analisados. Em todo mês de janeiro de 2019, foram 555 casos. A orientação é que a população continue vigilante e realizando ações preventivas, paralelas às ações do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), como não manter pneus em áreas sem cobertura, garrafas e outros objetos que possam criar focos do mosquito Aedes aegypti”.




Folha 1 

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