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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

PM prende em Guarus suspeito de desaparecimento de jovem em Rondônia

Carlos Monteiro Esper, de 28 anos, que estava foragido da Justiça de Rondônia, foi preso, na manhã desta sexta-feira (11), no Parque Aeroporto, em Guarus. Contra ele, havia um mandado de prisão em aberto há mais de um ano. Ele é suspeito do desaparecimento de uma jovem, de 20 anos, que teria sido empurrada em um rio na cidade de Guajará-Mirim, em Rondônia. A família da vítima registrou ocorrência contra Carlos.

Policiais do 8º BPM foram informados de que o suspeito estaria em uma casa, com a companheira, na rua Lions Clube, no bairro Aeroporto. Em buscas pela região, os militares confirmaram a denúncia e detiveram o homem na residência. Ele foi levado à 146ª Delegacia de Polícia (Guarus), onde o caso foi registrado. O suspeito será encaminhado a Porto Velho, de onde foi expedido o mandado de prisão por meio da 2ª Vara.

O crime — De acordo com informações veiculadas em jornais de Porto Velho, o caso aconteceu em fevereiro de 2018. A vítima, identificada como Marinara Pantoja Ferreira, teria sido empurrada no rio Madeira. No dia do desaparecimento da moça, policiais de Rondônia localizaram o suspeito próximo à beira do rio, em uma área de mata.

Ainda segundo os jornais, familiares relataram que a vítima havia saído de casa, no dia 6 de fevereiro, para encontrar o namorado. Depois do encontro, ela teria dito que iria para a sua residência, mas não foi mais vista. Perto do rio Madeira, os policiais encontraram pertences da jovem, que foram reconhecidos por familiares e pelo namorado de Marinara.

Para o delegado, todos os indícios indicam que, no dia do crime, Carlos e Marinara se desentenderam, os dois entraram em luta corporal, ela caiu no Rio Madeira e não conseguiu se salvar. “Ele tinha lesões pelo corpo e tudo indica que foram causadas em decorrência dessa briga com Marinara e da queda no momento da luta corporal. As testemunhas afirmaram para a polícia que viram a jovem seguindo com Carlos para o local aonde aconteceu o crime”, afirmou o delegado. 

Programa sexual

Durante o depoimento, o Carlos afirmou para os policiais que teria contratado Marinara para um programa sexual, mas essa hipótese foi descartada pela polícia, pois segundo relatos de familiares a vítima fazia uso de drogas, mas não era garota de programa como Carlos teria afirmado

Após investigações e contato com testemunhas, a Polícia Civil do estado constatou que o último contato de Marinara teria sido com o suspeito. Ele chegou a ser preso preventivamente, mas negou envolvimento no desaparecimento da jovem e conseguiu fugir.






Folha 1 | O Central Ro

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