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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Diretor Jorge Fernando morre aos 64 anos no Rio

Diretor teve uma parada cardíaca no hospital Copa Star, em Copacabana. Ele ficou conhecido por seu bom humor e os trabalhos na Rede Globo
Jorge Fernando em clique nas redes sociais Foto: Reprodução
O diretor Jorge Fernando morreu por volta das 20h deste domingo 27, aos 64 anos, vítima de uma parada cardíaca, no hospital Copa Star, em Copacabana. Segundo um amigo da família, o diretor deu entrada no hospital na parte da tarde após se sentir mal. Jorginho, como era conhecido entre amigos e colegas de profissão, sofreu um acidente vascular cerebral em janeiro de 2017 e, desde então, lutava para superar as sequelas que ficaram após o AVC.

Em outubro de 2016, o ator passou 18 dias internado vítima de pancreatite. Poucas semanas depois, ele sofreu AVC e foi submetido a uma cirurgia no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. A mãe de Jorge Fernando é a também atriz Hilda Rebello, de 95 anos. Nas redes sociais, diversos amigos lamentaram.



Carreira 

Jorge teve seu primeiro contato com a arte nas aulas de teatro do Colégio Estadual Visconde de Cairu, no Méier. Ele iniciou sua carreira na televisão como ator na série "Ciranda, Cirandinha", de 1978, no papel de Reinaldo (Rei), e no mesmo ano com o espetáculo "Zoológico", pelo qual dirigiu e atuou. 

Uma de suas primeiras novelas na Globo como diretor foi "Jogo da Vida", de Silvio de Abreu e Janete Clair. Entre seus principais trabalhos estão "Guerra dos Sexos" (1983), "Rainha da Sucata" (1990), "Vamp" (1991) e "A Próxima Vítima" (1995). Já nos anos 2000, ele trabalhou em "Sai de Baixo" (2000), "Alma Gêmea" (2005), "Sete Pecados" (2007), "Ti Ti Ti" (2010) e "Êta Mundo Bom!" (2016).

O último trabalho de Jorge Fernando foi como diretor da novela Verão 90, da Rede Globo, que chegou ao fim em julho. Ele também planejava voltar com o espetáculo Boom no próximo ano.

O AVC fez com que a valorização que eu sempre tive da vida se fortalecesse ainda mais. Ao acordar, agradeço sempre pelo meu dia. Esse exercício de agradecer por estar vivo, de gratidão pelas coisas boas, o AVC deixou mais forte em mim – disse em entrevista recente.









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