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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Vingadores: Ultimato' estreia ocupando 80% das salas de cinema do Brasil

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LOS ANGELES - Numa época em que cada semana parece trazer um novo filme de super-herói, “Vingadores: Ultimato” tem um trunfo indiscutível. Trata-se do clímax de uma história que começou em “Homem de Ferro” (2008) e se espraiou por 21 blockbusters. Sagas assim são comuns nos gibis de onde vêm Capitão América, Thor e Hulk, mas nunca haviam chegado ao cinema com tal magnitude — e sucesso. Até o último fim de semana, o Universo Cinemático Marvel tinha arrecadado US$ 18,6 bilhões — sete vezes o que lucrou “Avatar”, maior bilheteria de todos os tempos.

A expectativa também é medida em números. Estima-se que “Ultimato” alcance US$ 1 bilhão já na primeira semana de exibição. Uma das maiores redes de cinema dos EUA, a AMC, anunciou que vai deixar 17 endereços abertos por 72 horas ininterruptas para abrigar fãs ávidos.

No Brasil, onde o filme chega na virada desta quarta para quinta-feira, o épico de 181 minutos deve ocupar 2.700 das nossas 3.556 salas (ou 80% do total). A ingresso.com informa que antes mesmo de estrear, "Vingadores: Ultimato" já é o filme mais vendido do ano na plataforma. No país inteiro, já há 1.100 sessões esgotadas.

Com o atrativo de ser um filme de super-heróis, no plural, a franquia dos Vingadores é o carro-chefe do Marvel Studios, controlado pela Disney, que há uma década domina as grandes telas. Para os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely, que além de “Vingadores: Ultimato”, assinam juntos outros seis filmes da Marvel, os efeitos especiais são importantes, mas o que garante os resultados são os homens e mulheres superpoderosos.

— O que leva as pessoas para o cinema hoje geralmente são filmes com CGI (imagens geradas por computadores, na sigla em inglês) , que não seriam tão bons de assistir no celular. Isso é um ponto. Mas com a Marvel, vale a pena investir no ingresso — afirma McFeely. — Esses não são rostos que você nunca viu. As pessoas vão ver o fim de uma história que elas seguiram por dez anos e, se isso está salvando o cinema, ótimo. No fim, é tudo uma boa forma de contar histórias.


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